Quero saber o sabor do gomo
roubado da sua boca,
partido entre nossos dentes...
Se ficar com o caroço,
paga uma prenda
torce a casca da fruta,
e nela se perfuma, nua.
Quero ter-te entre os sabores
cítricos, doces, ou ainda amargos
No cotidiano, ontem ou no porvir.
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